Segundo a
promotora de Justiça que coordena o Caop da Criança e do Adolescente,
Soraya Escorel, existe uma grande carência de apoio à causa da adoção,
principalmente, no interior do Estado e muitos casos de adoções ilegais
têm sido registrados. “Observa-se grande falta de informação e
preparação para aquele e aquelas que pretendem adotar”, disse.
Para a
assistente social do MPPB, Clodine Azevedo, “o problema que só pode ser
resolvido com a união de forças de diferentes entidades envolvidas com a
causa”.
A
promotora de Justiça explicou que a ideia de convidar o Gead-JP para
participar da elaboração de um projeto de âmbito estadual veio do
reconhecimento do sério trabalho que o grupo tem realizado, ao longo de
sua existência e do exemplo de parceria que a organização
não-governametnal tem desenvolvido, nos últimos anos com o Conselho
Tutelar Norte de João Pessoa. “Esse trabalho permitiu um importante e
produtivo somatório de forças, em prol do atendimento à população”,
falou.
O projeto
O projeto
Segundo
Soraya Escorel, a ideia é que os três poderes (executivo, legislativo e
judiciário) dos municípios sejam envolvidos na tarefa de garantir que
toda criança e adolescente paraibano possam viver em família. Uma nova
reunião será marcada, para avaliação da proposta de projeto, que está
sendo elaborada pelo Centro de Apoio às Promotorias da Criança e do
Adolescente do MPPB.
Com a
parceria, sejam criados Centros de Referência em Adoção regionais e que
esses centros contem com o apoio e o trabalho dos grupos de apoio à
adoção (Gaas). “Com isso ganhará o Caop e o MPPB e ganhará também o
movimento de apoio à adoção, que terá a oportunidade de expandir o
movimento e ampliar o número de GAAs, em municípios estratégicos do
Estado”, explicou.
“A preparação para a adoção vai além do trabalho
profissional do poder judiciário e demais setores governamentais
relacionados, para abranger o envolvimento sentimental e afetivo das
famílias adotivas que, voluntariamente, se dedicam a orientar sobre
adoção, em todas as etapas do processo (pré e pós-adoção), dando
assistência permanente aos adotantes, através de suas reuniões mensais”,
acrescentou a promotora de Justiça.
Fonte: www.mppb.mp.br
Fonte: www.mppb.mp.br
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